A data coincide com o prazo-limite no qual o Governo conta concluir as alterações legislativas para cortar na despesa pública.
É com quase dois meses de atraso que a Troika volta a Portugal para a oitava avaliação do programa de ajustamento financeiro.
A demora deveu-se à analise do exame regular anterior que obrigou os técnicos da Comissão Europeia, do Banco Central Europeu (BCE) e do Fundo Monetário Internacional (FMI) a virem três vezes a Lisboa para discutir os cortes na despesa pública e o chumbo do Tribunal Constitucional.
A missão de avaliação será formalmente encerrada no decorrer da habitual reunião mensal do Eurogrupo. Esta reunião possibilitará o pagamento da tranche financeira que se encontrava pendente.
Mafalda Paiva
18-06-2013
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